segunda-feira, 21 de julho de 2014

Prenda adulta do CTG apresentará invernada na final do ENART

        Determinação do Conselho Diretor do MTG prevê que a prenda da entidade fará o chamamento de seu grupo adulto na final do ENART em Santa Cruz, exaltando a história da entidade que fará sua apresentação. Veja a resolução:

RESOLUÇÃO Nº 08/14 

         Determina a forma anúncio da apresentação dos grupos de danças nas fases final e finalíssima do ENART DE 2014. 
         Com a finalidade de valorizar as entidades tradicionalistas, suas histórias, seu patrão e os investimentos em atividades focadas na cultura, o Conselho diretor resolve que:

1. O anúncio da entidade que vai se apresentar e quais as danças que serão apresentadas, na fase final e na finalíssima do ENART de 2014 deverá ser feita por uma das prendas adultas da entidade; 

2. A apresentação ocorre no momento imediatamente posterior à liberação do grupo de danças para apresentação e deverá constar, no mínimo, do seguinte: 
a. Nome, cidade e RT da entidade; 
b. Data de fundação; 
c. Nome do primeiro Patrão e do Patrão atual; 
d. Quais as danças que serão apresentadas; 
e. Nome dos responsáveis técnicos pela apresentação (instrutor, coreógrafo, etc.). 

3. A apresentação deve ser feita no meio da pista de danças, com utilização de microfone sem fio, estando a prenda com sua faixa, independentemente de ser ela integrante do grupo de danças ou não. 

4. Essa regra deve ser obedecida pelos grupos de danças das forças A e B e a não observância dessa determinação implica na desclassificação do grupo de danças. 

5. O nome, com informação da data de nascimento, da prenda que for apresentar a entidade, deverá ser informado ao MTG até a data do sorteio da ordem de apresentação para a etapa final do ENART 2014, através de documento assinado pelo patrão da entidade.

Porto Alegre, 21 de junho de 2014. 

Manoelito Carlos Savaris 
Presidente do MTG 
Nairioli Antunes Callegaro 
Vice-presidente de Administração

Resolução fixa critérios para coreografias de entradas e saidas

Resolução  do Conselho Diretor do MTG fixa critérios e limites para as coreografias de entradas e saídas dos grupos de danças no ENART de 2014. 


RESOLUÇÃO Nº 09/14

       Com a finalidade de alcançar aos objetivos do Encontro de Artes e Tradição Gaúcha – ENART (artigo 2º do Regulamento), o Conselho Diretor do MTG resolve fixar critérios e estabelecer limites para as coreografias de entradas e saídas dos grupos de danças previstas no artigo 26 do Regulamento do ENART.

        Em complementação ao que determina o § 3º do artigo 26, deverão ser observados os seguintes requisitos para entradas e saídas:

1. Poderão ser utilizados até dois tradicionalistas além dos integrantes dos grupos para manuseio dos elementos cenográficos que compõe as entradas e saídas, tanto para montagem antes da apresentação, quanto para retirada do material no seu final;

2. Nenhum elemento do cenário poderá permanecer sobre o tablado dedicado à execução das danças e aqueles que permanecerem no entorno do tablado não poderão possuir altura superior a um metro, evitando prejudicar a visão das pessoas sentadas nas arquibancadas ou que se encontrarem em pé no entorno do tablado.

3. É proibido o uso de qualquer material pirotécnico, que utilize fogo, fumaça ou qualquer forma de explosão. 

4. Fica proibida a colocação prévia de material cenográfico, utilizado para as entradas e saídas, no interior dos locais das apresentações do grupo. Todo o material será introduzido no local das apresentações nos momentos que antecedem a apresentação do grupo de danças.

5. Logo após a apresentação, todo o material deverá ser retirado do prédio em que ocorrerem as apresentações.

6. O descumprimento dessas determinações, assim como do que estabelece o § 3º do artigo 26 do Regulamento do ENART, acarretará a desclassificação do grupo de danças no concurso de danças tradicionais.

7. Esta Resolução entra em vigor nesta data e se aplica para as etapas final e finalíssima do ENART de 2014.

Porto Alegre, 21 de junho de 2014.

Manoelito Carlos Savaris
Presidente do MTG
Nairioli Antunes Callegaro
Vice-presidente de Administração

MTG/RS presente na 3ª Convenção do MTG/AO

Colaboração com texto e fotos: Odila Savaris
          Aconteceu, no dia 19 de julho de 2014 na cidade de Porto Velho –RO, a 3ª Convenção Tradicionalista da Amazônia Ocidental, que abrange seis estados: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e Pará. O MTG/AO é conduzido pelo presidente Jaime Morgan, juntamente com a sua equipe diretiva.

          Dentre vários temas tratados destacamos as seguintes decisões:
- Data e local de concursos de prendas e peões do MTG- AO
- Participação do MTG- AO no FENART 2015, questões administrativas de filiações e desfiliações, anuidades, dentre outros assuntos

        A Convenção foi de grande importância e com participação efetiva dos representantes das entidades em plena atividade. Esteve presente neste evento, representando o  MTG/RS, o presidente Manoelito Carlos Savaris. 

Sucesso o CFor de Patronagens em Passo Fundo

        Contribuir com as lideranças para melhorar a gestão das entidades. Esse foi o intuito do trabalho realizado no dia 20 de julho de 2014, nas dependências da faculdade IDEAU, na cidade de Passo Fundo, no planalto médio, 7ªRT. A faculdade cedeu o espaço para a realização do curso sob a coordenação do Engenheiro Agrônomo Ilvandro Barreto de Melo, que já foi diretor do departamento jovem do MTG na década de 90.
            Foram mais de 80 inscrições, com a região anfitriã, e mais regiões vizinhas, como a 9ªRT, 19ªRT, 13ªRT e a 29ªRT. 

           O evento teve a organização pelo departamento de cursos do MTG com a coordenação local da ex-3ª prenda do RS, Kelly Rocha, e o apoio voluntário de Jean Carlo Bastos. Foram palestrantes: Valter Portalette, Tainá Valenzuela, Iara Rott, Elenir Winck, Josemar Basso e Rogerio Bastos. Todo o trabalho sob o olhar atento da coordenadora regional, Gilda Galeazzi.
           Ao final todo grupo posou para uma foto registrando o sucesso do curso realizado na 7ªRT.

sábado, 19 de julho de 2014

Resumo das proposições que irão para a Convenção em Caxias do Sul

Proposições Esportivas

Proposição Esportiva Nº 18

Proponente: Martim Guterres Damasco
Relator: José Roberto Fischborn
Proposição para inclusão da modalidade de Bocha “Quarenta e Oito”, no  FECARS e Aberto dos Esportes do MTG- RS
Proposição Esportiva Nº 19
Proponente: Martim Guterres Damasco
Relator: José Roberto Fischborn
Proposição para a substituição das inscrições de atletas nos esportes na FECARS e Aberto dos Esportes.

Proposições Culturais

Proposição Cultural Nº 17
Proponente: Hélio dos Santos Ferreira
Relator: Elenir de Fátima Dill Winck
Proposta: Alteração do Art. 30 do Regulamento da Ciranda Cultural de Prendas e do Art 17 do Regulamento do Entrevero Cultural de Peões.
Resumo: Diminuir o peso da prova escrita em 10 pontos no contexto geral da avaliação dos concursos, passando esta diferença de 10 pontos para a Campeira no Entrevero, e de  5 pontos para oral e 5 pontos para artística na Ciranda.

Proposição Cultural Nº 28
Proponente: Fabiano Vencato - Canoas - 12ª Região Tradicionalista
Proposição: Alteração do Art.º 7º DAS CANDIDATAS E REQUISITOS, requisito nº V, letra: c) Adulta. Alterar a idade limite das concorrentes a Prenda Adulta de 27 anos, até para 30 anos na fase estadual.

Proposição Cultural Nº 31
Alteração do Regulamento da Ciranda Cultural de Prendas – Art.  28
Autoras: Elenir de Fátima Dill Winck, Vice-Presidente de Cultura do MTG,  Anijane dos Santos Luiz Varela, Diretora do Departamento de Concursos do MTG, e Odila Paese Savaris, Diretora do Departamento de Formação Tradicionalista e Aperfeiçoamento.
Resumo: Alteração dos temas dos projetos desenvolvidos e apresentados no relatório de atividades das prendas. “MTG Vai à Escola” passa a ser “O tradicionalismo e a comunidade escolar”. “CTG Núcleo de Fortalecimento da Cultura Gaúcha” mantém o mesmo.

Proposição Cultural Nº 33
Proponente: Fabiano Vencato - Canoas - 12ª Região Tradicionalista
Proposição: Alteração do Art.º 20 PROVA CAMPEIRA, § 1º, Inclusão da prova da ordenha, para Peão e Guri Farroupilha, ficando a primeira parte constituída de 05 (cinco) provas a serem sorteadas.
Proposição Cultural Nº 34
Proponente: Fabiano Vencato - Canoas - 12ª Região Tradicionalista
Proposição: Alteração do Art.º 5º DOS CANDIDATOS E REQUISITOS, § 2º, letra: a) Idade do Peão. Alterar a idade limite dos concorrentes a Peão Farroupilha de 27 anos para 30 anos na fase estadual.
Proposição Cultural Nº 35
Proponente: Fabiano Vencato - Canoas - 12ª Região Tradicionalista
Proposição: Retirar obrigatoriedade da Declamação, para as categorias Guri e Peão Farroupilha no Entrevero Estadual de Peões. A Proposta é que a declamação esteja inserida juntamente com as habilidades de livre escolha ficando assim disposta: Declamar, Tocar, Cantar ou Trovar.

Proposição Cultural Nº 38
Autoras: Elenir de Fátima Dill Winck – Vice - Presidente de Cultura MTG/RS
Anijane dos Santos Luiz Varela – Diretora do Departamento de Concursos MTG/RS
Relator: Odila Paese Savaris
Proposição: Alteração do Regulamento da Ciranda Cultural de Prendas – Art. 7° incisos V e VI – e o do Regulamento do Entrevero Cultural de Peões – Art. 5°, parágrafo 2°, letras a, b, c, parágrafo 6°, letras a, b, c.
Resumo: Igualdade nas idades e escolaridade entre prendas e peões.

Proposição Cultural Nº 39
Autoras: Elenir de Fátima Dill Winck – Vice-presidente de Cultura e Anijane dos Santos Luiz Varela – Diretora do Departamento de Concursos do MTG/RS
Proposição: Extinção do 3° Projeto (Projeto com Temática Livre ) da Ciranda Cultural de Prendas.
Resumo: Retirar do Relatório de Atividades, o projeto com a Temática Livre que deveria ser realizado pelas prendas participantes da Ciranda Cultural de Prendas.

Proposição Cultural Nº 40
Autoras: Elenir de Fátima Dill Winck – Vice-presidente de Cultura e Anijane dos Santos Luiz Varela – Diretora do Departamento de Concursos do MTG/RS
Proposição: Alteração do artigo 23 do Regulamento  da Ciranda Cultural de Prendas e artigo  26 do Regulamento do Entrevero Cultural de Peões, fazendo um alinhamento e ordenação  dos  conteúdos de acordo com as categorias.

Proposição Cultural Nº 25
Proponente: Evandro Martins Otero - 17ª Região Tradicionalista
Relator: Elenir de Fátima Dill Winck
Proposição: Quesitos para avaliação para o Entrevero de peões - Conforme tem na planilha atual de avaliação das provas artísticas das categoria de peões e guri e piá apenas tem a pontuação máxima de 5 pontos e não tem os quesitos para avaliação para o avaliador ter base para dar sua pontuação assim com essa nova tabela mostra os quesitos e o valor de cada um deles.

Proposição Cultural Nº 37
Autoras: Elenir de Fátima Dill Winck – Vice-presidente de Cultura e Anijane dos Santos Luiz Varela – Diretora do Departamento de Concursos do MTG/RS
Relatora: Odila Paese Savaris
Proposição – Alteração do Regulamento da Ciranda Cultural de Prendas – Art.  24 e 25 - e do Regulamento do Entrevero Cultural de Peões – Art. 18 e 19
Resumo: Unificação dos tempos da prova oral e artística na Ciranda Cultural de Prendas e Entrevero Cultural de Peões. Propomos a alteração da forma de contagem de tempo para as provas artísticas e orais da Ciranda Cultural de Prendas e do Entrevero Cultural de Peões
Proposição Cultural Nº 27
Proponente: Cristiano Policena - Tradicionalista
Relator: Elenir de Fátima Dill Winck
Proposta : Alterar o texto do artigo 30 e seu similar na cirando para:  na 2 etapa caberá recurso a diretoria durante a realização do evento e apos ao conselho diretor do MTG, em instância única.

Proposições Campeiras

Proposição Campeira Nº 08
Proponente: Vice-presidência de Eventos
Relator: José Alvoni Araújo da Silva
Proposta: Alteração do texto do Art. 89 do regulamento da FECARS
Resumo: Art. 89 - O MTG instituiu o troféu rotativo para premiar a equipe (seleção) de dez laçadores que vencer cada edição da FECARS e outro troféu, não rotativo, para premiar a RT que obtiver a maior pontuação em cada Festa.
 § 3º - no ano de 1989 foi instituído o troféu rotativo “TROFÉU VALDIR MUNIZ SILVEIRA”, que teve seu ciclo encerrado no ano de 2013 quando a 27ª RT venceu pela 5ª vez, de forma intercalada, a FECARS.
§ 4º - No ano de 2014 foi criado o “TROFÉU ALFREDO JOSÉ DOS SANTOS”, uma homenagem ao criador do tiro de laço, para premiar a modalidade de laço equipe.
§ 5º - No ano de 2002 foi criado o troféu “Laço de Ouro-Rei Verde” que, em 2005 passou a ser denominado é criado o novo troféu rotativo denominado “Laço de ouro-Marca Grande” e que em 2008 passou a se denominado “TROFÉU CYRO DUTRA FERREIRA” de caráter definitivo, para premiar a Região Tradicionalista que obtiver o maior somatório de pontos nas competições previstas no anexo 1;

Proposição Campeira Nº 11
Proponente: José Nicanor Castilhos de Oliveira – Conselheiro do MTG
Relator: José Alvoni Araújo Silva
Proposta: Art. 99 – Nova redação por entender o autor que  está mal redigido.

Proposição Campeira Nº 12
Proponente: José Nicanor Castilhos de Oliveira – Conselheiro do MTG
Relator: Hélio dos Santos Ferreira
Proposta: Referente ao uso do lenço para frente para facilitar a visão do Juiz no tiro de laço

Proposição Campeira Nº 13
Proponente: Hélio dos Santos Ferreira
Relator: José Nicanor Castilhos de Oliveira
Proposta: Inclusão de novo Artigo no Regulamento Campeiro do Estado e FECARS.
Resumo: Definir critérios para as disputas finais de laço nos Rodeios, Torneios e FECARS, criando o recurso de “Diminuição da Raia”.

Proposição Campeira Nº 14
Proponente:  Hélio dos Santos Ferreira
Relator: José Alvoni Araújo Silva


Proposta: Alteração do Artigos 2º e exclusão das Sessões III e V do capitulo IV, com todos os seus artigos, do Regulamento Campeiro do Estado. Alteração do Artigo 10º e exclusão das Sessões  III e V do capitulo VI, com todos os seus artigos, do Regulamento da FECARS e alteração do Anexo 1 do mesmo Regulamento.
Resumo: Exclusão das provas de Pealo e Cura de terneiro dos Regulamentos, Campeiro e FECARS.

Proposição Campeira Nº 20
Proponente: Cléu Pelissari Camassola
Relator: Dauro Soares
Proposição que se refere a Indumentária e Aperos.
Resumo das alterações propostas: 1º - Nas provas, a cavalo o uso de esporas será facultativo para todas as categorias. E quando usadas, deverão ser dotadas de rosetas não pontiagudas.
Parágrafo único – Para as provas a cavalo é facultativo o uso do mango de couro, no pulso, exceto na gineteada, quando será utilizado lenço, pala ou mango de pano.
Resumo da Proposta: Art. 29 – O laço deverá estar desapresilhado para piá/menina e facultativo para as demais categorias.

Proposição Campeira Nº 21
Proponente: Cléu Pelissari Camassola
Relator: José Alvoni Araújo Silva
Resumo da Proposta: Art. 83 – As comissões julgadoras de eventos campeiros deverão ter no mínimo, três avaliadores, sendo dois avaliadores com cartão tradicionalista de Juiz de Campeira expedido pelo MTG, sendo expressamente proibido laçar em eventos que os mesmos estiverem julgando.

Proposição Campeira Nº 23
Proponente: Cléu Pelissari Camassola
Relator: Helio dos Santos Ferreira
Resumo da Proposta: Art. 2º - As encilhas dos animais serão compostas das peças citadas e descritas: II – CARONA – de sola, de couro cru ou lona em ambos os lados. A carona pode ser forrada em couro, feltro ou manta gel revestida de couro na cor natural ou em tons de preto e marrom.

Proposição Campeira Nº 42
Proponente: Flavio Tomazeli
Relator: José Alvoni Araújo Silva e Oscar Martini
Resumo da Proposta: Criação do Regulamento Geral da Ginenteada - foi elaborado a partir do arquivo e pesquisa pessoal de Antônio Motta Flores, com aprimoramento e atualização dos tradicionalistas, Antônio de Blanco, Flavio Tomazeli, Jaime Brum Carlos, Jôner Mendonça e Rogério Villagran.

Proposição Campeira Nº 43
Proponente: José Alvoni Araújo Silva
Relator: José Roberto Fischborn
Resumo da Proposta: ART. 25 - Página 231 - Regulamento FECARS – refere-se a otimização de tempo na FECARS e criação de modalidade

Proposição Campeira Nº 44
Proponente: José Alvoni Araújo Silva
Relator: José Roberto Fischborn
Resumo da Proposta: ART. 99 - página 172 – Regulamento Campeiro - As reinscrições nos rodeios ficam condicionadas ao encontro de Patrões de cada RT. Em caso de liberação, deverão ser apenas para participantes não classificados, evitando assim acúmulos de premiações nas finais.

Proposição Campeira Nº 45
Proponente: José Alvoni Araújo Silva
Relator: José Roberto Fischborn
Resumo da Proposta: ART. 2 – INC. 1 Página 224 – Regulamento Campeiro - Obs.: Alterar somente redação - Poderá ser permitida a participação de convidados especiais, sem sentido de competição.  ART. 24 – Página 230 – Regulamento Campeiro: Somente inserir vaqueano na redação.

Proposição Campeira Nº 10
Proponente: José Nicanor Castilhos de Oliveira – Conselheiro do MTG
Relator: José Alvoni Araújo Silva
Resumo da Proposta: § 8º - A armada que tiver mais de uma volta nas aspas, nó tope ou similar, após esgotar o percurso da cancha, o concorrente terá um tempo para cerrar a armada, a comissão julgadora deverá cronometrar, ou contar a média de no máximo 03 (três) minutos para cerrar a armada após este tempo se a armada não cerrar será dada branca (ruim).

Proposição Campeira Nº 26
Proponente: Evandro Martins Otero - 17ª Região Tradicionalista.
Relator: Dauro Soares
Proposição Laço desapresilhado - A proposição segue como base o próprio regulamento que determina que se houver a ruptura do laço da presilha ou cinchão terá validada a armada conforme diz no artigo 29º descrito abaixo

Proposição Campeira Nº 30
Proponente: Nelson Soares de Moura - Departamento Campeiro da 9ªRT
Relator: Hélio dos Santos Ferreira
Resumo da Proposta: O Regulamento Campeiro do Rio Grande do Sul tem como uma das finalidades  estabelecer normas claras para as demonstrações  e lides campeiras possibilitando sua adoção em todo o Estado. SUGESTÃO: complementar com: carona forrada em couro cru ou feltro ou espuma gel, nas cores branco, preto ou marrom, desde que a parte de cima seja de couro ou sola.

Proposições Artísticas

Proposição Artistica Nº 02

Proponente: Diretoria do MTG e Departamento Artístico
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Alterar o sistema de organização das inter-regionais do ENART e outros ajustes. 3 Inter-regionais, classificando 10 em cada, mais 5, melhores notas dos não classificados, com exceção da força “A” que serão 4 (sobe um da “B”) + os 5 primeiros colocados do ano anterior

Proposição Artistica Nº 03
Proponente: Vice-presidência de Eventos
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Supressão do concurso de gaita do texto do Art. 16 § 2º do regulamento do ENART - Nessa modalidade o que prevalece é a execução, a técnica e a interpretação do ou da concorrente, não havendo destaque ou diferenciação em uma execução feminina ou masculina, desta forma não justifica-se a divisão desta modalidade.

Proposição Artistica Nº 04
Proponente: Vice-presidência de Eventos
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Correção do texto do Art. 26 do regulamento do ENART

Proposição Artistica Nº 05
Proponente: Vice-presidência de Eventos
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Correção do texto do Art. 72 do regulamento do ENART.
Inclusão de parágrafo para regulamentar o troféu rotativo do ENART dado ao grupo vencedor da modalidade de danças tradicionais força A. §2º - O Grupo que vencer a modalidade por 3 (três) anos consecutivos ou 5(cinco)anos intercalados, adquire o direito de guarda definitiva do mesmo, ficando seu registro neste regulamento.

Proposição Artistica Nº 06
Proponente: Vice-presidência de Eventos
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Supressão dos § 1º e § 2º do texto do Art. 72 do regulamento do ENART. Em virtude do ENART ser um concurso de disputa entre as regiões tradicionalistas, não cabe a este a premiação à entidades, entendemos que o reconhecimento as entidades deve ocorrer na esfera regional, cabendo inclusive a RT definir a adoção de alguma premiação em reconhecimento a participação destas.

Proposição Artistica Nº 18
Proponente: Helio Ferreira
Relator: José Roberto Fischborn
Resumo da Proposta: Alteração do Art.18 do Regulamento Artístico, substituindo o Parágrafo único pelo § 1º e incluir o § 2º.  Art.22 do Regulamento do ENART, incluir o § 3º.  Nos referidos Parágrafos citados na proposta, incluir o texto:  “As coreografias de Entrada e Saída, não poderão ultrapassar o tempo de 3 (três) minutos cada uma.”

Proposição Artistica Nº 29
Proponente: Jacson Fabiano Franco
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Acrescentar o número oito nas Diretrizes para fornecimento de cartão tradicionalista.

Proposição Artistica Nº 32
Proponente: Comissão Chula 2014 do MTG (Lúcio Mauro Fagundes, Luiz Octávio Vieira, Eduardo Cavalheiro, Henrique Fraga, Jean Diniz, João Linn e Sandro Arruda)
Relator: Helio dos Santos Ferreira
Resumo da Proposta: O objetivo deste trabalho é documentar e apresentar, de forma organizada, as solicitações, sugestões e demais ideias dos debates de chula para o ano de 2014 e seguintes, além de sugerir premio par ao quarto colocado (por serem duas duplas finalistas) e indumentária biriva.

Proposição Artistica Nº 36
Proponente: Rinaldo Souto
Relator: Helio dos Santos Ferreira
Resumo da Proposta:Art. 24 -  § 7º - As notas obtidas na fase classificatória e fase final das Inter-regionais (quando houver), assim como as notas da fase final e finalíssima, deverão ser somadas, levando a uma média aritmética, a qual resultará na nota final da classificação de cada grupo.

Proposição Artistica Nº 16
Proponente: Maciel De Toni - Diretor Artístico da 11ª RT
Relator: João Carlos Cardoso de Lima
Resumo da Proposta: Artigo 10 –  §2º A etapa inter-regional será realizada em 4 eliminatórias organizadas da seguinte forma: d) 7, 8, 9, 11, 14, 19, 25 e 29 RT.

Proposições Administrativas

Proposição Administrativa Nº 01
Proponente: Diretoria do MTG.
Relator: Nairioli Callegaro
Resumo da Proposta: Propõe uma série de alterações no regulamento geral do MTG entre elas as vice-presidências do MTG que passam a ter 5 pastas:
I - Presidente;
II - Vice-presidente de Administração e Finanças, também denominado 1º vice-presidente;
III - Vice-presidente de Cultura, também denominado 2º vice-presidente;
IV - Vice-presidente Campeiro;
V - Vice-presidente Artístico;
VI - Vice-Presidente de Esportes Campeiros
Art. 219 - O cartão tradicionalista terá validade de três (3) anos, para todos os sócios titulares ou dependentes.

Proposição Administrativa Nº 07
Proponente: Conselho Diretor.
Relator: Nairioli Callegaro
Resumo da Proposta: Indicação do tradicionalista IVO BENFATTO para ser agraciado com o título de conselheiro benemérito do MTG.

Proposição Administrativa Nº 09
Proponente: Conselho Diretor.
Relator: José Roberto Fischborn
Resumo da Proposta: Definir forma de escolha do local para o acendimento da Chama Crioula anualmente, criando um regulamento para tal.
Proposição Administrativa Nº 22
Proponente: Cléu Pelissari Camassola – Coordenador 25ª RT
Relator: Nairioli Antunes Callegaro
Resumo da Proposta: Art. 219 - O cartão tradicionalista terá validade de 5 (cinco) anos, para todos os sócios titulares ou dependentes.

Proposição Administrativa Nº 24
Proponente: Cléu Pelissari Camassola – Coordenador 25ª RT
Relator: Nairioli Antunes Callegaro
Resumo da Proposta: Aumento no repasse das anuidades para as Regiões

Proposição Administrativa Nº 41
Proponente: Diretoria do MTG
Relator: Gerson Ludwig

Resumo da Proposta: Alteração do artigo 26 do Regulamento Geral do MTG – A contribuição permanente das entidades filiadas

Campanha: Mãos Gaúchas - Mãos Solidarias

         Prendas e Peões do Rio Grande do Sul fazem campanha para arrecadar donativos durante o Congresso Extraordinário e a Convenção de Caxias do Sul.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Editorial do Presidente - Mais perguntas que respostas.

Nós, viventes do século XXI, estamos vivendo uma época de profundas alterações na sociedade. Dizem que se trata da “sociedade pós-moderna”. Sei lá! Pra mim era moderno tudo aquilo que era melhor, mais bonito, mais sofisticado, melhor elaborado. Parece que nos dias atuais o moderno é o anárquico, o alternativo, o bizarro. Seria isso o “pós-moderno”?

É muito difícil fazer uma avaliação adequada do momento que vivemos. A família já não é a mesma. O casa-e-descasa é tão comum que temos receio de perguntar a algum conhecido, que não vemos a mais de seis meses, como vai a esposa, pois é cada vez mais comum a resposta: “nos separamos” e, na sequencia, estou com outra. Comportamentos sociais que ontem eram tidos como equivocados, hoje são normais. O conceito de moralidade muda a cada virada de ano. O casamento entre pessoas do mesmo sexo virou moda e parece a coisa mais natural. Se alguém expressa contrariedade com todas essas coisas, é imediatamente taxado de retrógrado, preconceituoso, estúpido, e assim vai. Parece que o correto é aceitar tudo e de qualquer jeito.  

No meio desse turbilhão estão os Centros de Tradições Gaúchas e a imensa maioria de tradicionalistas que entendem ser errado alterar tão rapidamente e tão profundamente conceitos tradicionais, como família, casamento, respeito. A maioria das pessoas que nasceram antes da aprovação da atual Constituição Brasileira (1988) tem dificuldades de aceitar tão grandes e profundas mudanças. E por expressarem suas convicções estão sujeitos a serem discriminados e sofrerem as mais diversas agressões de ordem moral. Se alguém se arvora no direito de criticar o uso dos brincos pelos homens ou os excessos de pircens, ou, ainda, as tatuagens que agridem o bom senso, é imediatamente reprimido pelos arautos da modernidade. Se o critico for um tradicionalista, então está armada a polêmica.

Há alguns dias armou-se a polêmica do casamento entre homossexuais num CTG. Havia casamento marcado? NÃO! Tratava-se de um CTG filiado ao MTG? NÃO! O MTG tinha alguma responsabilidade ou alguma interferência nisso? NÃO! Havia algum interesse cultural no assunto? NÃO!

Então, por que a mídia colocou o MTG e seus dirigentes no centro da polêmica? Por que tanto interesse em saber ou descobrir o que pensam os tradicionalistas a respeito do casamento gay? Qual o interesse em caracterizar que a novidade e o ineditismo estão no fato do tal casamento ser realizado no interior de um CTG? 

Sinceramente, eu não tenho as respostas para esses questionamentos. Os jornalistas dizem que se trata somente de uma notícia. Alguns tradicionalistas acham que é um movimento orquestrado de desmoralização do tradicionalismo. Outros entendem que é somente uma atitude oportunista. Há ainda os que veem nisso tudo um sinal de que o “mundo está perdido”.  

Não tenho a pretensão de encontrar respostas ou de determinar procedimentos absolutamente corretos. Minha obrigação é somente a de orientar os tradicionalistas à luz das normas que nós mesmos elaboramos, ou da melhor maneira de atender ao que estabelece a Carta de Princípios que ainda é a nossa melhor luz.

Assim, oriento a que todos os tradicionalistas, independentemente das suas convicções pessoas, das suas orientações religiosas, das suas crenças sociais e das suas preferências sexuais, se abstenham de emitir pareceres que possam ofender pessoas e instituições. Se abstenham de criticar isso ou aquilo, sem que disponham de todas as informações e de todos os dados a respeito do assunto. No interior dos galpões e nos ambientes em que se realizam as atividades tradicionalistas, cada um procure se portar segundo o seu gênero, ou seja, os homens tenham posturas masculinas e as mulheres posturas do sexo feminino, tudo segundo a tradição. 

Quanto a casamentos no interior dos galpões, desde que sejam entre tradicionalistas e que as cerimônias ocorram no modo tradicional, sejam elas civis ou religiosas, não há qualquer restrição, aliás pode ser uma iniciativa muito bonita adotada por casais que se conheceram no meio tradicionalista e resolvem oficializar a união naquele ambiente e trajados à moda tradicional, pilchados. Os casamentos coletivos são mais adequados para ambientes em que não haja compromissos com aspectos tradicionais e culturais.

Nunca é demais lembrar que tradição não se inventa e não se compra. Tradição é tudo aquilo que absorvemos da geração que nos antecedeu e que nos foi transmitido na convivência familiar ou social. 

O Movimento Tradicionalista Gaúcho tem na sua origem, na sua base, na sua essência, no seu âmago, o compromisso com a tradição e o respeito de tudo aquilo que constitui a cultura do gaúcho. O moderno ou o pós-moderno pode ser bom ou ruim, dependendo de como isso se apresenta e de como isso interfere na vida que escolhemos para nós e para nossas famílias.


Manoelito Carlos Savaris
Presidente do MTG