sábado, 13 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Extra! Extra! Saiu o Eco de Dezembro

Saiu o Eco da Tradição do mês de Dezembro:

Editorial do Presidente: Rodeio: Oportunidade de convivência
Tchencontro: Sucesso de público na serra gaúcha
Noticias: Concurso fotográfico do MTG tem inscrições abertas
Grandes momentos da história: A idade da courama
Nota de falecimento:Morre Wilmar Winck de Souza, o Provisório
ENART 2014: cobertura completa com fotos e resultados
Vem ai o 63º Congresso Tradicionalista Gaúcho em Uruguaiana de 9 a 11 de janeiro
Eleições: Manoelito Savaris concorrerá a reeleição em 2015
Campeão: 1ªRT é Decacampeã do ENART

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

XXIV Tchêncontro acontece em Flores da Cunha


              Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, sedia em 29 de novembro o XXIV Tchêncontro Estadual da Juventude Gaúcha.  O evento é promovido pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho, com realização da Fundação Cultural Gaúcha e Prefeitura Municipal de Flores da Cunha, com apoio da Erva-Mate Gaúcha da Serra.
          No Parque da Vindima, a programação inicia às 8h, com recepção e credenciamento. Às 9h acontece o sorteio da ordem das apresentações e às 9h30min as apresentações. O objetivo é demonstrar e conhecer as manifestações artísticas do povo gaúcho, valorizando os aspectos e características de cada região, indo ao encontro da temática dos festejos farroupilhas de 2014: “Eu sou do Sul”.
Sandra veroneze
Assessoria de Imprensa MTG

sábado, 22 de novembro de 2014

Rodeio: Oportunidade de convivencia

Sei que os tempos mudam. Sei que os hábitos e costumes da década de 1990 não são os mesmo de hoje. Sei que o tradicionalismo gaúcho sofreu forte alteração na área artística nos últimos 20 anos. Mesmo assim, me arrisco a propor uma reflexão sobre os rodeios, a forma de realizá-los, as formas e objetivos de participação e, com tudo isso, um breve exame dos objetivos da sua realização.
Em março de 2003 publiquei um editorial, neste mesmo espaço do Eco da Tradição, tratando dos rodeios crioulos e me referindo à área campeira. Naquela oportunidade escrevi sobre os objetivos dos rodeios.
Hoje, passados quase 12 anos, continuo acreditando nas mesmas coisas, ou seja, que o rodeio existe para preservação da cultura gauchesca, oferecer oportunidade de lazer, obter algum lucro para financiar as atividades anuais da entidade promotora e, acrescento: é uma oportunidade de convivência, de ver e rever amigos, de fazer novos amigos, de sair um pouco da corrida diária e ter tempo para uma boa conversa, um mate largo, saborear uma boa declamação ou se emocionar com um grupo de danças. 
A área campeira dos rodeios, nesses quesitos, está melhor do que a área artística. Digo isso porque as pessoas envolvidas com as provas campeiras, notadamente o tiro de laço, acampam no rodeio. Montam suas cozinhas. Tiram o tempo para um bom mate. Conversam com os parceiros e com o vizinhos de acampamento.
A questão mais intrincada está na área artística. Poucos acampam e quase ninguém organiza cozinha. A maioria dos CTGs somente se preocupa com os grupos de danças e, por isso, organizam suas viagens e o tempo que permanecem no rodeio de acordo com a apresentação dos seus grupos. Os concursos individuais estão desaparecendo. Tem sido comum a participação do mesmo CTG, melhor, do mesmo grupo de danças, em dois ou três rodeios no mesmo final de semana. Essa prática impede que a entidade fique num rodeio, impede que conviva com os outros participantes e fortalece unicamente o interesse pelo premio, em dinheiro, que o rodeio oferece.
Para o organizador do rodeio, não há qualquer vantagem com a prática atual de participação em vários rodeios no mesmo final de semana. Os concorrentes não pagam ingresso, não há cobrança de inscrição, os grupos de danças nada consomem no rodeio, mesmo porque ficam ali somente o tempo necessário para apresentar-se e, além disso, há sempre problemas com a programação. Os organizadores “ajeitam” a programação para esperar um grupo de danças que está vindo de outro rodeio.
Será esse o caminho que desejamos para o Movimento? Será que o único e grande objetivo deve ser o de ganhar o premio do rodeio? Não será esta prática uma forma de privilegiar os “grupos grandes” os CTGs mais estruturados?
O que proponho é simples: estabelecer uma regra em que cada grupo de danças somente possa ser premiado com dinheiro em um rodeio por final de semana. Se quiser concorrer em dois rodeios pode, mas somente pode ser premiado no primeiro que participar. Mesmo que vença também o segundo rodeio, não receberá o prêmio. 
Além dessa medida que pode ser adotada por decisão de Congresso Tradicionalista, ainda podemos estimular a que os promotores de rodeios voltem a programar fases classificatórias o que oportunizará aos concorrentes apresentarem-se duas vezes.
Tudo isso para nossa reflexão. No congresso de Uruguaiana vamos debater o tema e adotar alguma medida que favoreça a convivência dos tradicionalistas nos rodeios.
Dezembro de 2014
Manoelito Savaris

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Comunicado

          A diretoria do MTG vem através desta, informar que estão circulando pelas redes sociais informações falsas sobre suposto equivoco no resultado do ENART, são informações mentirosas e de má fé.

          A fonte desta nota já esta sendo apurada, e reforçamos que os resultados são os divulgados oficialmente pelo MTG. 

         Chamamos a atenção de todos que notas ou informações envolvendo eventos do Movimento Tradicionalista Gaúcho somente serão comunicadas pelos veículos oficiais da entidade.

         Atenciosamente

         Diretoria do MTG

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Nota de Falecimento

 Depois de uma linda festa, o ENART, tradicionalismo está de luto

          É com profundo pesar que a 17ªRT e o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul comunicam o falecimento de um ente querido,  Conselheiro Benemérito do MTG, responsável pelo que é, hoje, o Movimento, Wilmar Winck de Souza, o Provisório.
Wilmar Winck de Souza(D), ao lado de sua esposa, quando comemoraram Bodas de Diamante
          Nascido em Palmeira das Missões em 1926, Provisório é um dos precursores do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Em sua trajetória, participou da fundação do 35 CTG, o primeiro CTG do estado. Aos 21 anos, veio a Porto Alegre para estudar no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, local onde conheceu Paixão Cortes, Barbosa Lessa, Glaucus Saraiva e Cyro Dutra Ferreira, com os quais fundou o 35 CTG, em 1948. Retornou a Palmeira das Missões um ano depois, entrando na carreira política em 1959, quando se tornou vice-prefeito, sendo eleito prefeito do município após quatro anos.

          Em 12 de janeiro de 1950, fundou o Centro de Tradições Gaúchas 35 de Palmeira das Missões (diferenciando-se do 35 CTG de Porto Alegre na nomenclatura), quarto Centro de Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul, permanecendo na presidência da entidade durante seis mandatos consecutivos. Oito anos depois, comandou uma cavalgada de sua cidade natal a Porto Alegre, para presenciar a inauguração do monumento Laçador, inspirado na imagem de seu amigo, Paixão Cortes. 

          Provisório foi patrono dos festejos farroupilhas do RS em 2008, reconhecido e homenageado pelos gaúchos do estado, também na FECARS daquele ano. Foi considerado o primeiro trovador do tradicionalismo organizado, ao entrar para o grupo de jovens que criou o 35CTG. Ajudou a criar e presidiu nas três primeiras edições o Carijo da Canção, de Palmeira das Missões.


          O velório está ocorrendo na Câmera de Vereadores de Palmeira das Missões. O Enterro será no Cemitério Municipal,  o horário ainda está indefinido, mas será pela manhã.